MODERNIDADE, O MAL DA HUMANIDADE.

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Prof. Fabricio Fouraux
Pós-graduado em Anatomia, Biomecânica e Medicina Desportiva.
Mestrado em Aspectos Jurídicos e Bioéticos da Saúde.
A obesidade vem aumentando de maneira significativa em todo o mundo. Em países como o Brasil onde tem uma tecnologia em desenvolvimento, a inatividade aumentou durante os anos, assim como o estresse do dia corrido e a alimentação descontrolada. Sabe qual o preço que pagamos? A humanidade está ficando obesa. Em países como México, Egito e África do Sul, mais de 50 % dos adultos apresentam  sobre peso; na América Latina, 1/4 dos adultos tem sobrepeso; no mundo, 1,3 bilhões de pessoas têm excesso de peso, enquanto 800 milhões de pessoas estão abaixo do peso limite saudável. Entre a população jovem, a situação é ainda mais preocupante, pois hoje em dia o número de crianças obesas ultrapassa o número de crianças desnutridas.
Definimos obesidade como um aumento da massa gorda corporal total. Constitui fator de risco para doenças como: diabetes, câncer, hipertensão, doenças cardiovasculares e depressão e pode ser gerada pelo estresse, privação de sono, mutação genética ou por bactérias que fazem parte da nossa flora intestinal. No entanto, sabemos que na maioria dos casos é conseqüência da ingestão alimentar e a falta de atividade física. Além de este tecido funcionar como tecido de reserva energética, suas células possuem propriedades endócrinas, produzindo e liberando substâncias e hormônios que, ao caírem na corrente sanguínea, irão agir e interferir na funcionalidade de outros órgãos do organismo.
Vários males são conseqüência da obesidade, e em investigações recentes foi comprovado mais um ela e a depressão estão fortemente associadas. A depressão também é caracterizada por um estado de inflamação crônica de baixo grau, pois ativa respostas inflamatórias através da liberação pelo tecido adiposo de citocinas, que atuam estimulando ainda mais o acúmulo de peso. Estudos realizados em 2008 mostraram que a redução do peso, através de exercício físico e dieta beneficiaram o tratamento de tais desordens psicológicas, além de melhorar a qualidade de vida desses pacientes.
A qualidade de vida de uma pessoa obesa, ou mesmo daquele que está com uns quilinhos extras é muito menor quando comparada a de uma pessoa em seu peso normal / ativa e aqui foram citados superficialmente apenas alguns problemas causados pela obesidade no que diz respeito à inflamação.
Em reportagem na revista saúde deste mês foram colocados alguns pontos interessantes, quando a pessoa obesa perde 5% de seu peso:
1.      A perda de peso faz com que desencadeie o processo de melhora significativa do potencial de recordação.
2.      Diminuição de 12mg/dl do colesterol ruim que deve ficar abaixo de 100 mg/dl.
3.      Menor massa gorda reduz os riscos de câncer. No Brasil 19% dos casos poderiam ser evitados se as pessoas mantivessem o peso.
4.      Mais leve, o corpo deixa de produzir insulina aos montes para lidar com o açúcar. O hormônio favorece a retenção de água e sal. 6 mmhg é quanto pode cair a pressão, o que já ajuda a manter em 120 mmhg X 80 mmhg.
5.      Articulações ela agradecem. Alivio grande nas forças compressivas pois quando caminhamos a pressão é de 2 vezes o peso do corpo, trotando 3 vezes o peso e correndo de 5 a 6 vezes o peso do corpo.
Sabe-se que a prática regular de atividade física traz inúmeros benefícios e reduzindo 5% de gordura já faz uma grande diferença, além de estimular a conquista do peso ideal para que tenha mais saúde.
MUITA ENERGIA, TE VEJO NA ACADEMIA.
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